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Para Abilio, boa gestão de negócios é fundamental em empresas familiares

Abilio Diniz, que atua há algumas décadas à frente de uma das companhias mais atuantes do mercado brasileiro, fez uma apresentação ontem, 08/11, na HSM ExpoManagement 2011, onde revelou sua trajetória.

Segundo Diniz, ele sofreu muito por estar numa empresa familiar. Lembrou que chegou a enfrentar uma disputa pelas ações do grupo com a família entre os anos 80 e 90. Mesmo com os conflitos, o empresário não aponta as relações entre familiares e negócios como sinônimo de problemas. Ainda apontou o Grupo Votorantin como exemplo de que é possível uma estrutura de negócio familiar.

Os problemas familiares do empresário foram superados quando o Grupo Pão de Açúcar foi profissionalizando a gestão do negócio. "Em determinado momento, foi decidido que nenhum Diniz continuaria como executivo da empresa. Foram cinco anos duríssimos, de quase perder a vontade de trabalhar pela manhã. Apesar de tudo, valeu a pena, porque hoje a empresa caminha de maneira totalmente independente."

Abílio também comentou sobre o modelo de liderança 360 graus e a relação do Grupo Pão de Açúcar com a prática de esportes. "O esporte está no DNA do Grupo Pão de Açúcar. Somos todos esportistas e alguns de nossos valores, como disciplina, humildade, determinação e garra, também estão intimamente ligados à atividade esportiva", disse ele.

Os patrocínios esportivos mantidos pelo Grupo também são um componente importante das práticas da companhia. Mas o executivo não disse se pretende ampliar o volume de recursos destinados aos atletas em virtude da realização das Olimpíadas no Brasil.

Diniz também falou sobre a criação do Núcleo de Alto Rendimento Esportivo, que deve ser inaugurado pelo Grupo Pão de Açúcar nos próximos dias.

Fonte: Portal HSM

Economia brasileira favorece fusões e aquisições

Essa é a opinião de Frederico Estrela, economista e sócio da Tendências Consultoria. Segundo ele, o primeiro semestre de 2011 registrou recorde histórico no que diz respeito a fusões e aquisições.

Estrela se baseou em estudo divulgado pela consultoria KPMG que indica que de janeiro a junho deste ano foram realizadas 379 transações, 8% a mais do que no mesmo período de 2010, quando aconteceram 351 operações. Nessa conta não entra a recente fusão das empresas Sadia e Perdigão, aprovada no dia 13 de julho pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A pesquisa da KPMG revela ainda que as transações domésticas (de empresas brasileiras adquirindo empresas brasileiras) foram predominantes, embora tenha crescido as aquisições de empresas nacionais no exterior. As nacionais mantiveram-se em um patamar elevado, com 175 acordos, contra 161 nos primeiros seis meses do ano passado.

O avanço das fusões e aquisições no Brasil não é algo novo. De acordo com Estrella, os números revelam que desde o início dos anos 2000, o crescimento tem sido relevante. O economista ressalta que em 2001 foram realizadas 146 transações domésticas e 340 entre países (brasileira adquirindo estrangeira no exterior ou brasileira adquirindo estrangeira no Brasil). Em 2010, foram 333 domésticas e 393 entre países.

O IBD (Investimento Brasileiro Direto), referente às aquisições de participações no exterior, é alto. Em 1995 o valor era de US$ 1,5 bilhão e em 2010 foi de US$ 34,9 bilhões. 

A área de alimentos, bebidas e fumo foi a segunda com maior número de transações em 2010. Um total de 42. Perdeu apenas para tecnologia, com 85 negociações, e ganhou de energéticas (36), petróleo e gás (34), serviços (30) e outros segmentos (458).

 
 

 
 
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